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A Terra dos Sonhos



 
 

Em 2003 um grupo de talentosos escultores de vários países do mundo veio ao Algarve para construir o primeiro grande evento de escultura em areia realizado em Portugal.
A estes escultores experientes reuniram-se alguns artistas portugueses que quiseram experimentar esculpir neste novo material e, juntos, criaram um conjunto de esculturas sob um tema livre, a que se chamou A Terra dos Sonhos.
Foram construídas peças inspiradas na história, na arte e no imaginário colectivo, máquinas e engrenagens fantasiosas e alguns símbolos da cultura portuguesa, como a Torre de Belém e o mítico Adamastor.
Esta nova forma de arte suscitou a curiosidade do público em geral e o festival foi visitado por centenas de pessoas, que apreciaram a criatividade e a mestria dos artistas.

Histórias de Encantar



 
 

Na sua 2ª edição o FIESA assumiu outra dimensão. Foram utilizadas 25 mil toneladas de areia e estiveram presentes cerca de trinta escultores, muitos deles detentores de prémios internacionais, que construíram lendas e contos infantis em areia.
A Cinderela, o Pinóquio, a Branca de Neve, algumas fábulas de La Fontaine, bruxas, fadas e gigantes ocuparam cerca de 15.000 m2, num tema que comunicou com todas as gerações e tornou este festival num dos mais importantes eventos do género.
Além de cenas de contos tradicionais, também foram construídos episódios das mil e uma noites, das viagens de Guliver ou de D. Quixote, em esculturas que exploram várias dimensões e diversas técnicas de esculpir em areia.

Mundos Perdidos



 
 

Esta terceira edição do FIESA intitulou-se Mundos Perdidos e foi dedicada a antigos povos e civilizações, cujos vestígios perduram na história e na lenda.
Durante um mês, meia centena de artistas deu forma a trinta mil toneladas de areia, esculpindo cenas impressionantes das culturas pré-colombianas da América, das pirâmides do Egipto e da Mesopotâmia.
Foram ainda retratados em areia impérios milenares como o da China e do Japão, da antiguidade europeia e obras misteriosos edificadas por povos do mundo inteiro, como as estátuas da Ilha da Páscoa e mundos e edifícios míticos como Atlântida ou a Torre de Babel.
Templos hindus com esculturas do Kama Sutra, um imponente circo romano ou um impressionante sacrifício asteca foram algumas das cenas que despertaram as emoções do público.

Mitologias



 
 

Ao utilizar trinta e cinco mil toneladas de areia, numa área de 15.000 m2, o FIESA tornou-se, desde 2006, no maior festival de escultura em areia do mundo, reunindo alguns dos melhores especialistas nesta nova forma de expressão artística.
O tema Mitologias associou a História, o pensamento e o sagrado. Representaram-se em areia figuras mitológicas de várias épocas e continentes, como elfos, valquírias, sereias, deuses gregos, africanos, americanos e até D. Sebastião, o lendário rei português morto em Alcácer-Quibir.
Foram edificadas enormes esculturas da Antiguidade, da Europa medieval e alusivas ao Cristianismo, em que a reprodução a três dimensões do quadro A última ceia, pintada por Leonardo DaVinci, foi uma das cenas mais apreciadas.

Maravilhas do Mundo



 
 

O tema Maravilhas do Mundo, serviu de inspiração para esta 5ª edição do festival, integrando o passado e o presente com a representação das maravilhas do mundo antigo, do mundo moderno, da ciência, das artes e de Portugal.
A Torre Eiffel, construída em areia, atingiu os doze metros de altura e foram ainda edificadas réplicas da Cidade Proibida, dos Templos de Angkor, da Ópera de Sidney e do Empire State Building, a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos, entre outras obras notáveis da arquitectura mundial, representando as maravilhas do mundo moderno.
As sete maravilhas do mundo antigo, como o farol de Alexandria, o pé do Colosso de Rodes a estátua de Zeus, os jardins suspensos da Babilónia, o Coliseu de Roma, as Pirâmides de Gize e o Templo de Ártemis também tiveram um lugar especial.As maravilhas do mundo natural foram contempladas com cenas em areia dos Himalaias, da grande barreira de coral australiana, da floresta amazónica ou do Serengueti. Nas artes e nas ciências destacou-se a escultura do poeta português Fernando Pessoa, que suscitou reacções bastantes emotivas por parte do público.

Hollywood



 
 

A 6ª edição do FIESA foi dedicada ao cinema de Hollywood. Fizeram parte desta exposição em areia filmes de amor, de humor, de aventura, de ficção científica e de terror, que se celebrizaram no mundo do cinema.
O festival apresentou cerca de sessenta cenas, algumas de grandes dimensões, de filmes como King Kong, Casablanca, o Caminho das Estrelas, Allien, ET, O Feiticeiro de Oz e O Senhor dos Anéis, Jurassic Park ou momentos da saga de Indiana Jones.
Uma parte central dedicada exclusivamente aos super-heróis de todos os tempos foi um local de comunhão entre pais e crianças, que se maravilharam ao reconhecer as personagens representadas.
Esta edição foi caracterizada por uma nova disposição da areia, criando um espaço diferente para o visitante habitual e proporcionando novas visões panorâmicas da exposição.

Descobertas



 
 

Esta sétima edição foi dedicada ao tema Descobertas, e as trinta e cinco mil toneladas de areia, utilizadas para edificar a exposição, foram transformadas em cenas representativas dos momentos técnicos, científicos e culturais mais significativos da História da humanidade.
Foram retratadas em areia cenas que iam desde o século XXI até às origens do Homem, dedicando espaços temáticos à robótica, à industrialização, à descoberta do fogo e da roda e aos avanços realizados ao nível da medicina, das telecomunicações, da física ou da arte.
Pôde observar-se a chegada de Neil Armstrong à lua, a de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, e ainda invenções como o relógio, a máquina fotográfica, a lâmpada eléctrica, o automóvel ou o computador.

Mundo Vivo



 
 

Mundo Vivo foi o tema da 8ª edição do festival, representando em areia o mundo natural, a fauna e a flora do nosso planeta Foram construídas cenas do reino animal dos vários continentes e reproduzidas em areia paisagens naturais singulares como os Himalaias, a floresta Amazónica ou a grande barreira de coral australiana.
Enormes gorilas, leões, pandas, elefantes, burros, galinhas, cangurus e pinguins foram alguns dos animais esculpidos, integrados em peças representativas dos seus habitats e da relação que os animais mantêm com os seres humanos que os rodeiam.
As cenas foram agrupadas por zonas geográficas e uma parte da exposição foi dedicada ao mar, outra aos insetos e outra ainda a animais extintos, mitológicos e possíveis formas de vida extra-terrestres.

Animalândia



 
 

O humor pautou a 9ª edição do festival, que sob o tema Animalândia, apresentou esculturas a caricaturar o mundo dos Homens através dos animais, que apareciam a retratar comportamentos humanos e a satirizar vários aspectos da nossa sociedade.
Foram esculpidos animais a tocar música, a dançar, a pintar, a ler, a andar de mota, a comer e beber, numa ironia ao mundo criado pela humanidade. As relações homem/animal inverteram-se nestas interpretações, havendo cães a passear pessoas e burros sentados em carroças puxadas por homens.
Este tema inspirou a criação de um espaço dedicado especialmente às crianças, onde apareceram em areia animais carismáticos criados pela banda desenhada e pelo cinema de animação, como, por exemplo, personagens de Walt Disney, os Flintstones, Garfield ou bonecos da série O comboio dos dinossauros.

Ídolos



 
 

Em 2012 o FIESA transformou trinta e cinco mil toneladas de areia em personagens idolatradas ao longo da história da humanidade, representando desde deuses e crenças da antiguidade a ícones contemporâneos da política, da religião, das artes, da ciência ou da técnologia.
Foram esculpidas, por exemplo, figuras como Cristiano Ronaldo, Michael Shumaker, Marilyn Monroe, Charlie Chaplin, Albert Einstein, Louis Armstrong, Diana de Gales, Martin Luther King, Gandhi ou Steve Jobs.
Algumas das celebridades representadas foram integradas em cenas imaginativas, com elementos que simbolizavam os locais, objectos e acontecimentos da sua vida, destacando-se uma notável representação da estátua da Nossa Senhora de Fátima, uma reprodução fiel da Guernica a três dimensões e a narrativa visual em grandes painéis de areia de várias etapas da vida de Che Guevara.
Foi uma exposição que comunicou intensamente com o público multicultural que visita o FIESA, provocando emoções entre as pessoas que viam os seus ídolos representados em areia.

Música



 
 

Música foi o tema da 11ª edição do Festival, que apresentou cerca de setenta cenas em areia dedicadas a vários estilos musicais, a músicos emblemáticos e à expressão musical aliada a outras formas de arte, como a dança, a ópera, o circo, o teatro e o cinema.
Bob Marley, Amy Winehouse, Lady Gaga, Frank Zappa, Bono, Ray Charles, Amália, Pavarotti, Compay Secundo ou Mozart foram alguns dos músicos reproduzidos em areia que despertaram as emoções do público, bem como as várias cenas dedicadas à música infantil e referentes à música tradicional dos vários continentes.
Foram também construídos grandes cenários a reproduzir locais associados à música como a Broodway, um painel dedicado ao jazz, outro aos graffiti nova-iorquinos do rapper Tupack e instrumentos musicais como o órgão, entre outras peças de grandes dimensões.
A escultura dedicada aos Pink Floyd, a representar imagens em areia do filme The Wall e o  guitarrista David Gilmour, foi eleita pelo público como a melhor peça desta edição do festival.
Surgiram peças invulgares alusivas à música, reproduzindo cenas do quotidiano e novos instrumentos musicais, guitarristas como Jimmy Page e Paco de Lucia e bandas e músicos portugueses como Mariza, Tony Carreras, Paedro Abrunhosa ou Xutos e Pontapés.

Tributo às 7 Artes

 

Os antigos gregos classificaram como artes principais as do Som (Música), da palavra (Literatura), do espaço (Arquitectura), do volume (Escultura), da cor (Pintura) e do movimento (Teatro e Dança). Em 1911 Ricciotto Canudo, no Manifesto das Sete Artes, reivindicou o cinema como Sétima Arte, por juntar elementos de todas as outras seis, redefinindo aquilo a que hoje se chamam as Sete Artes.

Cinema

 

A invenção das imagens em movimento deveu-se a várias descobertas, realizadas desde há séculos em vários países do mundo. Le Pince projectou uma câmara de filmar mas foi Edison e os irmãos Lumière que a aperfeiçoaram no século XIX.

Literatura

 

A palavra per si vem do latim e significa letra. A Literatura é a arte da palavra escrita que, nos seus mais variados géneros, pode levar leitores e ouvintes a mundos imaginários ou a refletir sobre ideias, conhecimentos e emoções, sendo, por isso, muito importante na transferência de conhecimento de geração em geração.

Arquitetura

 

O significado desta palavra em grego é “principal construção” e hoje significa o processo de projectar os edifícios e lugares que os seres humanos habitam. O que distingue a arquitectura da simples construção é a existência de uma intenção.

Escultura



 
 

Representa a imagem em relevo total ou parcial, existem várias técnicas de trabalhar os materiais, como a a cinzelação, a fundição, a moldagem ou a aglomeração de partículas para a criação de um objecto. No FIESA utiliza-se essencialmente a moldagem. A história da escultura começa nos tempos pré-históricos e é transversal a todas as culturas.

Pintura

 

É a arte de aplicar pigmento de forma a atribuir-lhe sobre uma superfície matizes, tons e texturas. A pintura acompanha os seres humanos desde a pré-história. Ainda que durante o período grego clássico não tenha se desenvolvido tanto quanto a escultura, a Pintura foi uma das principais formas de representação dos povos medievais, do Renascimento até o século XX.

Dança

 

A dança terá sido uma das primeiras actividades artísticas do Homem e até hoje não se conhece nenhum povo que não a pratique. A dança permite a expressão artística do corpo e potencia os sentimentos expressos pela música e pelos sons.

Musica

 

A música apareceu em todas as culturas paralelamente ao desenvolvimento do ser humano e integra os mais significativos acontecimentos artísticos, sociais e religiosos da maioria dos povos.